quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Queda de barreiras interrompe o trânsito na rodovia RJ-116

22/01/2009 09:06:00

Pista escorregadia prejudica o trânsito em vários pontos da rodovia

Rio - O trânsito está interrompido desde às 4 horas, na Rodovia RJ-116 (Itaboraí-Nova Friburgo-Macuco) entre os quilometros 52 e 69, onde a queda de duas barreiras interrompeu o tráfego.
O trecho fica entre os municípios de Cachoeira de Macacu e Nova Friburgo (próximo à localidade de Debossan) na Região Serrana. 
A Concessionária Rota 116 ja enviou equipes ao local para remover a barreira com máquinas e caminhões. Não há previsão para a liberação do tráfego.
Nos quilometros 44 e 48, altura de Nova Friburgo, ocorreram outras duas quedas de barreiras, mas com pouca quantidade de terra. No local o trafego não precisou ser interrompido, mas a pista está escorregadia e perigosa.
Por volta das 10h, os operários da concessionária Rota-116 conseguiram desobstruir a estrada no km 52, restando apenas o km 69 para liberação ao tráfego.
Atualizado às 10h25


Eduardo Paes vistoria áreas afetadas pelas chuvas

22/01/2009 10:47:00
 
Prefeito reclama da falta de limpeza das galerias e má conservação da cidade

Christina Nascimento

Rio - O prefeito Eduardo Paes e o secretário de Obras, Luiz Antônio Guaraná, estão na Praça da Bandeira verificando os estragos causados pelas chuvas que atingiram a cidade na noite de quarta-feira.

Na manhã desta quinta-feira, Paes passou pelo entorno do Maracanã, e encontrou funcionários da Comlurb limpando as galerias. "Esse é um problema da cidade toda, que está muito mal conservada. As galerias de águas pluviais não são limpas há muitos anos. Isso tinha que ser feito com antecedência", explicou o prefeito.

Eduardo Paes passará ainda pela área da Leopoldina e depois vai inaugurar uma estação de tratamento de esgoto, no Caju.
Segundo dados da Comlurb, foram retirados 15 toneladas de lixo esta noite, e um reforço de 20 garis está ajudando na limpeza da cidade. As áreas mais afetadas foram a Avenida Maracanã, a estrada Grajaú-Jacarépagua e a Avenida Dom Hélder Câmara.

Chuva não dá trégua ao Rio

22/01/2009 09:21:00

Pista escorregadia e pontos de retenção em diversos acessos ao Centro, atrapalham vida do carioca

Rio - A chuva não deu trégua na cidade na manhã desta quinta-feira. Na Avenida Brasil o tráfego ficou intenso e com pontos de lentidão, na pista sentido Centro, na altura da saída da Dutra, da Washington Luís, de Ramos, da Ilha do Governador e do Caju.
Na Ilha a faixada de uma loja no bairro da Abolição, na desabou ontem por causa da forte chuva, como mostra foto do leitor Valter Costa ao lado.


No Viaduto do Gasômetro, Linha Vermelha, o trânsito ficou difícil na manhã desta quinta-feira e com vários pontos de retenção, no sentido Centro, na altura da Ilha do Governador até a Maré.
Na Ponte Rio-Niterói o tráfego ficou intenso nas primeira horas da manhã, mas os motoristas estavam cautelosos com as pistas escorregadias, o que justificou a lentidão em direção ao Centro.
O Aeroporto Santos Dumont voltou a funcionar sem auxílio de instrumentos por volta das 8h. Já o aeroporto internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, o pouso e a decolagem permanecem com auxílio de intrumentos para manter o mínimo de segurança do vôos.
Ontem, caos total
A chuva que caiu durante quase todo o dia de ontem provocou alagamentos e engarrafamentos quilométricos na cidade. Os bairros mais atingidos foram Tijuca, Vila Isabel e Maracanã, onde o Rio Maracanã transbordou. Quem trabalha no Centro e tentava voltar para casa levou até três horas além do usual. Pelo menos sete bairros do Rio e áreas de quatro municípios do Interior e da Baixada ficaram sem luz no fim do dia.

O aguaceiro trouxe de volta a desordem à cidade. O taxista Afonso Dutra, 33, levou três horas para dirigir da Praça Mauá até a Praça da Cruz Vermelha. “Não tinha um guarda municipal para orientar o trânsito. Por acaso eles não gostam de pegar chuva?”, ironizou. A mesma queixa era feita por outros motoristas que enfrentaram os congestionamentos.

A dona-de-casa Maria Cândida Martins, 72 anos, não conseguiu voltar do Centro para Vila Valqueire. “Fui fazer exame de coração e fiquei horas no ponto final do 260 (Praça 15-Vila Valqueire), mas não passava ônibus nenhum”, reclamou. Ela teve de passar a noite na casa da sobrinha, em Botafogo.

No fim da tarde, a SuperVia parou a circulação de trens no ramal de Saracuruna porque o Rio Faria Timbó inundou a via férrea. O metrô aumentou a frota, mas passageiros reclamaram de interrupções no serviço. A concessionária nega.

A chuva derrubou parte do teto e uma parede de uma igreja em Caxias. Em Meriti, moradores resgataram o corpo do menino Roger Jeferson Silvestre, 13 anos, que fora arrastado pela correnteza no Canal do Rio Sarapuí, onde mergulhara, quarta-feira.

A cheia do Rio Maracanã causou reflexos no Boulevard 28 de Setembro, na Rua Teodoro da Silva, na Avenida Maracanã, no Elevado 31 de Março, no Viaduto Ana Neri e na Rua 24 de Maio. No início da noite, o nível do rio começou a baixar, mas a enchente ainda causava reflexos na Praça da Bandeira e na Avenida Brasil. Bolsões de água na Linha Vermelha também causaram lentidão.

Até o chefe do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Luiz Carlos Austin, ficou mais de duas horas preso na Avenida Brasil, a caminho de casa, em Ramos. “Nunca demorei tanto. Estou ligando para colegas e avisando para que não saiam. O pior é que não tem policiamento aqui”, criticou.

Quem vinha da Região dos Lagos também penou. A estudante Luciana Oliveira, 25, não conseguiu voltar de Iguaba para o Rio: “Levamos duas horas para ir do São Gonçalo Shopping até o Carrefour e mais uma hora até a Ponte Rio-Niterói. Desistimos e ficamos em Niterói”.

Na Mangueira, uma barreira deslizou, destruindo parcialmente casa na Rua Simão Lobato 34 e derrubou parte do telhado do Cederj. Na Abolição, marquise na Avenida D. Hélder Câmara 7.500 caiu. Em nenhum dos casos houve feridos.

A chuva derrubou galhos de árvore sobre a rede da Light, causando apagões em ruas da Tijuca, Santa Teresa, São Conrado, Freguesia, Recreio, Bangu e Campo Grande. Faltou luz também em áreas de Nova Iguaçu, Paraíba do Sul, Paty do Alferes e Barra do Piraí.

Segundo o Inmet, o bairro onde mais choveu foi Jacarepaguá: 80,6 milímetro, muito acima da média, de pouco mais de 30 mm. Até o fim de semana, a previsão é de mais chuva.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

21/01/09 - 21h09 - Atualizado em 21/01/09 - 22h34

Pedestres usam barco para atravessar avenida da Zona Norte do Rio

Praça da Bandeira vira ‘lago’ após forte chuva que caiu sobre a cidade.
Regiões da Tijuca e de Vila Isabel foram as mais afetadas.
Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

Pedestres usam barco para atravessar a Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio, alagada após a forte chuva que caiu sobre o Rio nesta quarta-feira (21)(Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo)

Com a Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio, alagada após a forte chuva que caiu sobre o Rio nesta quarta-feira (21), pedestres não tiveram outra saída: lançaram mão de um barco para atravessar o rio em que a avenida se transformou. As regiões da Tijuca e de Vila Isabel, na Zona Norte, foram as mais atingidas.

A Avenida Brasil, que liga a Zona Oeste ao Centro do Rio,  ficou com trânsito lento na altura da Linha Vermelha nos dois sentidos no início da noite desta quarta-feira (21), por causa da chuva.







Na Zona Norte do Rio, os alagamentos começaram a baixar por volta das 18h30. De acordo com a CET-Rio, os principais pontos afetados pela água, como Avenida Maracanã, Radial Oeste, Avenida 28 de Setembro, Praça da Bandeira, Avenida Maxuell e Rua São Francisco Xavier, já não apresentavam problemas graves.

Mais cedo, segundo a Defesa Civil, o Rio Maracanã, na Zona Norte do Rio, transbordou. O canal da Rua Heitor Brandão, na Tijuca, também transbordou e não havia acesso para veículos.

Motoristas também enfrentaram alagamentos nas ruas Silva Ramos, Doutor Satamini, Mariz e Barros, Professor Gabizo e Major Ávila. A água alagou também ruas na Praça da Bandeira e nos dois sentidos da Avenida Maracanã.

O trânsito na Ponte Rio-Niterói ficou parado no sentido Rio por causa de alagamentos na Avenida Brasil, na altura do Caju, na Zona Portuária e nas imediações da Rodoviária Novo Rio. A chuva que atingiu a cidade nesta quarta-feira (21) deixou diversos outros pontos alagados, complicando o trânsito.

Defesa Civil
A Defesa Civil municipal registrou 125 chamados até o início da noite, mas nenhuma vítima nesta quarta. Na Mangueira, parte de um muro e telhado de um dos setores da Faetec desabou. Um deslizamento atingiu uma casa, que ficou parcialmente destruída.

Na Abolição, no subúrbio do Rio, parte de uma marquise desabou, na Avenida Dom Helder Câmara. Uma árvore caiu na Rua Barão de Petrópolis, num dos acessos a Santa Teresa, interditando o tráfego de veículos.

Um deslizamento de terra deixou o trânsito complicado na autoestrada Grajaú - Jacarepaguá, sentido Grajaú. O tráfego foi interrompido em uma das pistas da estrada.

Trens
A chuva forte afetou também a circulação de trens. Segundo a SuperVia, concessionária que administra o serviço, o ramal de Saracuruna foi interrompido depois que o Rio Faria Timbó transbordou.

A empresa informou ainda que os ramais de Japeri e Santa Cruz operaram com atrasos por causa da baixa velocidade imposta por cautela às composições. Durante a noite foram disponibilizados trens extras para atender à população.

Barcas
As barcas que ligam Rio a Niterói, Charitas, Cocotá e Paquetá chegaram a trafegar com velocidade reduzida, também por causa da chuva. Segundo a concessionária do serviço, os intervalos entre as viagens, no entanto, foram mantidos (Praça XV-Niterói a cada dez minutos e Praça XV-Charitas de 15 em 15 minutos). A concessionária informou que botou barcas extras até 22h.

Aeroportos
O Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, operou apenas por instrumentos nesta quarta. Segundo a Infraero, há baixa visibilidade no local, por causa da chuva. Dos 57 voos programados até as 17h, oito atrasaram e cinco foram cancelados.

O Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no subúrbio do Rio, também operou apenas por instrumentos. Vinte e quatro voos, dos 122 programados até as 17h, atrasaram. Nenhum foi cancelado.

Praias impróprias
Todas as praias do Rio estão impróprias para o banho, segundo os técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão da Secretaria do Ambiente.

A recomendação dos técnicos é para não entrar no mar por pelo menos 24 horas após o término do período de chuva. Nas praias de baía ou que sofrem influência direta de rios, canais e córregos afluentes, esse intervalo deve ser de pelo menos 48 horas.

A previsão do tempo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que a chuva permaneça pelo menos até domingo no Rio.


Foto: Daniella Clark / G1

Com a forte chuva, uma árvore caiu na Rua Barão de Petrópolis, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio, num dos acessos à Santa Teresa. O local foi interditado pelo Corpo de Bombeiros e pela Guarda Municipal e nenhum carro consegue passar pelo local. Já a parte de baixo da rua em minutos se transformou num 'rio', dificultando a passagem de ônibus, carros e motos. (Foto: Daniella Clark / G1)


Falta de luz
A queda de galhos de árvores sobre a fiação elétrica deixou alguns trechos de cinco bairros sem luz. Pontos em São Conrado, Rio Comprido, Freguesia, Bangu e Campo Grande foram afetados.

Trechos de ruas dos municípios de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Pati do Alferes, no Centro-Sul Fluminense e Barra do Piraí, no Sul Fluminense também ficaram sem energia elétrica.

Avenida Brasil tem retenção em ambos os sentidos por causa da chuva

21/01/09 - 19h39 - Atualizado em 21/01/09 - 20h35

Alagamentos diminuem na Zona Norte mas trânsito continua complicado.
Defesa Civil municipal registrou 125 chamados, mas sem nenhuma vítima.
Do G1, no Rio, com informações da TV Globo


A Avenida Brasil, que liga a Zona Oeste ao Centro do Rio,  ficou com trânsito lento na altura da Linha Vermelha nos dois sentidos no início da noite desta quarta-feira (21), por causa da chuva que cai na cidade. Segundo a CET-Rio, há reflexos nas avenidas Francisco Bicalho, Presidente Vargas,  Rodrigues Alves e no Elevado da Perimetral, no sentido Centro. No sentido Zona Oeste, o engarrafamento chega a Manguinhos, no subúrbio do Rio.

Veja a galeria de fotos



Na Zona Norte do Rio, os alagamentos já começaram a baixar. De acordo com a CET-Rio, os principais pontos afetados pela água, como Avenida Maracanã, Radial Oeste, Avenida 28 de Setembro, Praça da Bandeira, Avenida Maxuell e Rua São Francisco Xavier, já não apresentam problemas graves.

Mas o trânsito no local continua complicado. Mais cedo, segundo a Defesa Civil, o Rio Maracanã transbordou. As regiões da Tijuca e de Vila Isabel, na Zona Norte, foram as mais atingidas pela chuva. O canal da Rua Heitor Brandão também transbordou e não havia acesso para veículos. Motoristas também enfrentaram alagamentos nas ruas Silva Ramos, Doutor Satamini, Mariz e Barros, Professor Gabizo e Major Ávila. A água alagou também ruas na Praça da Bandeira e nos dois sentidos da Avenida Maracanã.

O trânsito na Ponte Rio-Niterói está parado no sentido Rio por causa de alagamentos na Avenida Brasil, na altura do Caju, na Zona Portuária e nas imediações da Rodoviária Novo Rio. A chuva que atinge a cidade nesta quarta-feira (21) deixa diversos outros pontos alagados e complica o trânsito.

Defesa Civil
A Defesa Civil municipal registrou 125 chamados, mas nenhuma vítima nesta quarta. Na Mangueira, parte de um muro e telhado de um dos setores da Faetec desabou. Um deslizamento atingiu uma casa, que ficou parcialmente destruída.

Na Abolição, no subúrbio do Rio, parte de uma marquise desabou, na Avenida Dom Helder Câmara. Uma árvore caiu na Rua Barão de Petrópolis, num dos acessos a Santa Teresa, interditando o tráfego de veículos.


Trens
A chuva forte afetou também a circulação de trens. Segundo a SuperVia, concessionária que administra o serviço, o ramal de Saracuruna foi interrompido depois que o Rio Faria Timbó transbordou.

A empresa informou ainda que os ramais de Japeri e Santa Cruz operam com atrasos por causa da baixa velocidade imposta por cautela às composições.

Barcas
As barcas que ligam Rio a Niterói, Charitas, Cocotá e Paquetá estão trafegando com velocidade reduzida, também por causa da chuva. Segundo a concessionária do serviço, os intervalos entre as viagens, no entanto, foram mantidos (Praça XV-Niterói a cada dez minutos e Praça XV-Charitas de 15 em 15 minutos).

Aeroportos
O Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, opera apenas por instrumentos nesta quarta. Segundo a Infraero, há baixa visibilidade no local, por causa da chuva. Dos 57 voos programados até as 17h, oito atrasaram e cinco foram cancelados.

O Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no subúrbio do Rio, também opera apenas por instrumentos. Vinte e quatro voos, dos 122 programados até as 17h, atrasaram. Nenhum foi cancelado.

Praias impróprias
Todas as praias do Rio estão impróprias para o banho, segundo os técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão da Secretaria do Ambiente. A recomendação dos técnicos é para não entrar no mar por pelo menos 24 horas após o término do período de chuva. Nas praias de baía ou que sofrem influência direta de rios, canais e córregos afluentes, esse intervalo deve ser de pelo menos 48 horas.

A previsão do tempo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que a chuva permaneça pelo menos até domingo no Rio.


Foto: Daniella Clark / G1

Com a forte chuva, uma árvore caiu na Rua Barão de Petrópolis, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio, num dos acessos à Santa Teresa. O local foi interditado pelo Corpo de Bombeiros e pela Guarda Municipal e nenhum carro consegue passar pelo local. Já a parte de baixo da rua em minutos se transformou num 'rio', dificultando a passagem de ônibus, carros e motos. (Foto: Daniella Clark / G1)



Falta de luz
A queda de galhos de árvores sobre a fiação elétrica deixou alguns trechos de cinco bairros sem luz. Pontos em São Conrado, Rio Comprido, Freguesia, Bangu e Campo Grande foram afetados.

Trechos de ruas dos municípios de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Pati do Alferes, no Centro-Sul Fluminense e Barra do Piraí, no Sul Fluminense também ficaram sem energia elétrica.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sérgio Cabral dança Créu

Descrição:

Ao som de funk, Tim Maia e Ben Jor, governador do Rio se diverte durante assinatura de convênio
15/01/2009 01:38:00

Metrô: Cabral muda traçado da Linha 4

Rio - O governador Sérgio Cabral também anunciou o novo trajeto da Linha 4 do metrô, que vai da Zona Sul à Barra, e disse que, até o último trimestre deste ano, vai licitar a ampliação da Linha 1 até a Gávea, com paradas nas praças Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, e Antero de Quental, no Leblon.

A Linha 4, já licitada, sai da General Osório até o Jardim Oceânico. “No contrato original, há 10 anos, o trecho original saía de Botafogo, passava por Humaitá e Jardim Botânico, antes de chegar à Gávea. Ele foi modificado, pois não tinha sentido comercialmente. Seria uma nova linha que cobraria R$ 6,20 de passagem, além da tarifa praticada na Linha 1, hoje em R$ 2,60”, justificou Cabral.

Ele disse também que o contrato original vai ser mudado quanto à operação da linha. Segundo ele, o consórcio iria construir e operar o trecho. “Vão apenas construir. Vamos licitar pela melhor oferta. A Metrô Rio, que opera as Linhas 1 e 2, que faça uma boa oferta e ganhe também a operação da General Osório em diante”.